|
Água é alvo de disputa em BH Hoje em Dia, MG A instalação da Mina de Capão Xavier, em Nova Lima, no ano passado, abriu uma guerra cujo principal foco é o abastecimento de água na Grande BH. A mina, da MBR, é alvo de uma CPI da Assembléia e de três ações na Justiça. O que se questiona é que a exploração prevê o rebaixamento do lençol freático que abastece mananciais que levam água a 400 mil pessoas na região. Polícia associa cultos satânicos a homicídios Estado de Minas, MG Satanismo e rituais macabros estão atraindo muita gente, principalmente jovens de 17 a 25 anos, a um perigoso universo, onde o imaginário e o real costumam se misturar, com um desfecho trágico: pessoas assassinadas. A porta de entrada para esse mundo das trevas pode ser o envolvente jogo Roling Playing Game (RPG), sobretudo a modalidade “Vampiro, a máscara”, ou o agressivo death metal, estilo musical derivado do heavy metal. Entre as vítimas dessas tramas estão três pessoas da família mineira Guedes, executados há um mês, em Guarapari (ES), por dois jovens que confessaram ter cometido o crime durante uma partida de RPG; a estudante Aline Silveira Soares, morta a facadas num cemitério de Ouro Preto, em 2001, aparentemente num ritual mórbido também associado ao RPG; o metaleiro Wallas Tenoli Soledade, que escapou por pouco de ser degolado por amigos, em 2001, em Serra (ES); e os 19 meninos que tiveram os órgãos genitais arrancados entre 1989 e 1993, em Altamira (PA), atrocidade pela qual o Ministério Público responsabiliza integrantes da seita Lineamento Universal Superior (LUS). Financiamento de imóvel bate recorde Folha de S.Paulo, SP Em abril, o crédito com recursos da poupança acumulado em 12 meses atingiu R$ 3,556 bi, resultado só superado na história recente pelo de 1995, na seqüência da euforia provocada pelo Plano Real. Capital estrangeiro cresce no país O Estado de S.Paulo, SP Vítimas da exclusão Jornal do Brasil, RJ Verônica e Luana adoram um cineminha. Mas o prazer sai caro. De ônibus e depois metrô, percorrem mais de 50 quilômetros do Jabour, bairro da Zona Oeste, até sentir o cheiro da pipoca nas salas de Botafogo. Oficiais da PM comandam segurança privada no Rio O Globo, RJ 80% das cerca de 400 empresas de segurança ilegais instaladas no Rio estão nas mãos de oficiais, suboficiais e praças da Polícia Militar e de inspetores e delegados da Polícia Civil.
Novo alvo de gangs, condomínios querem “botão do pânico” na Secretaria de Segurança Pública
Correio da Paraíba, PB
O kit básico de segurança eletrônica custa em média R$ 5 mil. A tecnologia contra o medo já oferece câmeras que enxergam no escuro, alarmes que disparam mensagens por celular e fechaduras por impressão digital.
Elecciones: duro arranque de la campaña
Clarín, ARG
La decisión de Kirchner de plebiscitar su gestión desató la pelea. Dos de sus ministros cruzaron ayer a Chiche Duhalde. Murphy le recordó que compartió listas con Menem. Y Carrió calificó de “neofascista” al Gobierno. Todo parece indicar que viene una contienda de alto voltaje.
|
Reconhecendo o Brasil do racismo A platéia, formada em sua maioria por delegados sindicais, ouvia interessada ao debate. Ao microfone, as vozes firmes e bem-informadas de três militantes do movimento negro. Para fechar o V Congresso dos Trabalhadores, que foi aberto no último dia 23, o Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino de Belo Horizonte (Sind-Ifes/BH) resolveu discutir igualdade racial. ¿Estamos tentando dar um primeiro pontapé neste problema. A Universidade trabalha com questões afirmativas, mas o Sindicato ainda não havia participado disso. E pretende, agora, promover mais discussões até o restante deste mandato¿, garantiu a coordenadora-geral do Sind-Ifes, Cristina Del Papa. Para isso, a organização do evento convidou alguns nomes importantes no movimento negro: Yone Maria Gonzaga, militante do Grupo de União e Consciência Negra (Grucon), Diva Moreira, ex-secretária-geral da Secretaria Municipal da Igualdade Racial, que existia na prefeitura de Célio de Castro, e João Paulo Ribeiro, coordenador-geral da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra). ¿A inserção desse tema nos debates desse ano foi uma estratégia para a organização dos trabalhadores. O problema da desigualdade já é muito discutido na sociedade, mas nem tanto entre os servidores. As pessoas reclamam que estão sendo discriminadas, mas é importante que se conscientizem sobre como podem lutar contra essa discriminação¿, explicou Yone Gonzaga. O problema ¿ O Brasil foi o país que mais importou pessoas da África para serem escravizadas e o último a abolir a escravidão. É a segunda nação no mundo em população afro-descendente, mas os negros compõem 65% da população 10% mais pobre do país e recebem em média 64% do salário recebido pelos brancos que ocupam os mesmos cargos assalariados de nível superior. Esses dados foram fornecidos na palestra de Yone Gonzaga e serviram de base para a apresentação do problema de desigualdade no Brasil. ¿Se desejamos uma sociedade mais democrática, precisamos reconhecer que nosso país é racista, pois o grande mito de que vivemos numa democracia racial faz com que grande parte da população se veja excluída dos bens a que tem direito e para os quais muitas vezes contribui¿, disse a militante do Grucon. Se no Brasil o problema atinge dimensões mensuráveis, na Universidade a situação não é diferente. Diva Moreira reforça o problema: ¿As universidades lidam com o critério do mérito, que teoricamente é neutro. Ele é defendido por aqueles que acham que implementando políticas universalistas é possível promover a inclusão racial no país. Mas passaram-se décadas e essa promoção ainda não aconteceu¿. Além do limitado número de alunos negros no espaço universitário (Diva conta que, em sua época, ela era uma das apenas três pessoas negras dentro da FaFiCH), os funcionários negros enfrentam outra dificuldade. ¿Apesar de estarem inseridos numa Universidade, o acesso ao ensino superior é limitado entre eles¿, disse Yone Gonzaga. Uma das maneiras de verificar a prática dessa exclusão seria a realização de censos raciais nas Instituições de Ensino Superior, conforme já discutido no último Congresso da Fasubra. ¿É uma proposta interessante porque hoje a gente mal se conhece enquanto trabalhador e pouco sabemos das nossas formações e das nossas competências.¿, refletiu Gonzaga. O Congresso também objetivou a inserção do trabalhador no ensino superior, conforme disse outra coordenadora do Sind-Ifes, Rosângela Soares: ¿A discussão visa a colocar em prática o desejo antigo de formação, para que possamos intervir na Universidade e depois formar outras pessoas. Queremos, enquanto trabalhadores, participar da produção do conhecimento¿. Possíveis soluções ¿ Além da idéia de implementação de censos, para obter informações precisas sobre o funcionalismo público, outros projetos foram levantados ao longo do debate. Yone Gonzaga lembrou o projeto de lei 10.689, de 2003, que prevê o ensino de História da África nos níveis Fundamental e Médio. ¿É importante que lutemos pela implantação dessa lei, para que nossos filhos não tenham seus valores raciais e culturais negados no dia-a-dia escolar¿. A maior discussão, no entanto, se deu em torno das políticas de ação afirmativa, como a implementação de cotas para negros em universidades e instituições públicas. Diva Moreira fez um longo discurso acerca da validade do quesito ¿mérito¿ nos vestibulares e concurso, finalizando com uma reflexão: ¿Começando de origens diferentes, como foi o que ocorreu com os povos negros, brancos e indígenas, sempre haverá uma diferença de destino. Se as políticas universalistas não deram conta de promover a eqüidade racial, é hora de investir em políticas de ação afirmativa¿. João Paulo Ribeiro concordou, mas defendeu a idéia de que, sozinhos, os negros não conseguirão mudar tudo: ¿Se todos não tiverem a consciência da desigualdade racial histórica do nosso país, nós não poderemos mudar esse problema¿.
Quem se interessa pela crise?![]() Roberto Jefferson é aquela figura que sempre apareceu nas páginas de jornais ligado à turma da roubalheira e do conservadorismo. Denuncia. O PT, que sempre foi imune a críticas de corrupção, aparece sangrando na mídia. Cai José Dirceu e vários assessores e figuras mais ou menos importantes do partido/governo (duas coisas que se confundem, mas nem tanto). Algumas mulheres entram debaixo dos holofotes para denunciar esquemas de mesada para compra de votos - prática muito comum desde que o Brasil é República -, apontando um publicitário mineiro como o "operador". O governo perde credibilidade, em especial da chamada "classe média" (que deu muita força nas últimas eleições), e a crise sai chamuscando diversas prefeituras petistas. A mídia faz seu papel, cobrindo todos os acontecimentos, enquanto apenas à História cabe guardar os escândalos dos governos anteriores (apontados no post anterior). 2006 está cada vez mais próximo e o tucanato - grande beneficiário do escândalo -, já está de olho na faixa presidencial. O que eu pretendo demonstrar nesse post são os interesses por trás de tantas insinuações, denúncias, depoimentos e provas. E a tese que mais me interessou (por ser inusitada, ao mostrar a divisão dentro do próprio PSDB) foi a do historiador mineiro Ricardo Moura, publicada no Boletim Mineiro de História em 15 de junho. O texto fez várias previsões que vieram a ser confirmadas no decorrer dos fatos: "(...) Duas frases têm martelado minha cabeça continuamente. A primeira é daquela deputada de Rondônia que, na gravação, disse: 'Isto é a praxe'. Isto, no caso, significava a corrupção. Ela é a praxe... Devemos então continuar com ela, aceitá-la numa boa??? A segunda frase foi dita pelo nosso ex-presidente e sociólogo, não me recordo dos termos exatos, mas era algo do tipo 'não podemos fazer como fizemos ao Collor, devemos deixar o Lula sangrar até o final'. Dito isso, vejamos: 1. O que o deputado Roberto Jefferson fala, mesmo sem provas, talvez seja 'a praxe'... Talvez, não: a gente sabe que é. Lembremo-nos do governo Sarney: para conseguir mais um ano de mandato, ele, por intermédio de seu ministro das comunicações, distribuiu mais de 1000 (mil) concessões de rádio e televisão... para quem??? Para os deputados que iriam decidir se ele teria 5 ou 4 anos de governo... 2. O comportamento dos tucanos é muito interessante: de um lado, estão loucos para voltar ao poder, de outro, estão afirmando que 'Lula não é Collor', ou seja, tentam preservar a figura do presidente, ao mesmo tempo em que enxovalham o PT, partido que se marcava por uma postura ética que os últimos escândalos estão derrubando. 3. No depoimento à Comissão de Ética da Câmara, Jefferson fez questão de inocentar Lula de qualquer envolvimento, preferindo atacar o ministro José Dirceu. 4. Por que o PSDB não quer o impeachment de Lula? Essa é a pergunta que não quer calar. Eu posso estar equivocado, mas creio que encontrei o fio da meada. 5. Com efeito, todos sabemos que essa crise em grande parte foi produzida pelos tucanos de São Paulo, que querem voltar ao poder a qualquer custo. Três cardeais tucanos disputam desde já a indicação para as próximas eleições presidenciais: Serra, Alkmin e o próprio FHC. 6. Acontece que há um outro tucano que pretende ser presidente em 2010, está trabalhando arduamente para isso, fazendo um marketing violento: Aécio Neves, governador de Minas Gerais. 7. O PSDB não tem unidade. Os paulistas não querem Aécio presidente, assim como o PSDB mineiro não deseja nenhum dos 3 paulistas que estão no páreo. 8. Mas Aécio tinha certeza da reeleição de Lula em 2006 e estava se preparando para 2010. Ele ainda não fez tudo o que precisava para despontar como o candidato do PSDB em 2006. E em 2010 ele será praticamente imbatível. 9. Por isso, 'é preciso fazer o Lula sangrar até o final'. Perceberam? Se Lula for punido este ano com o impeachment, quem assume: o vice, o mineiro José Alencar. Que, por ser empresário e por estar discordando publicamente da política econômica dos juros elevadíssimos, teria tudo para se reeleger em 2006, cortando o projeto dos tucanos paulistas de voltarem ao poder presidencial. E em 2010, não podendo se candidatar novamente, Alencar, como bom mineiro, apoiaria Aécio Neves, que, eleito, governaria de 2011 a 2014 e com toda certeza seria reeleito, ficando até 2018 no poder. 10. Dessa forma, o sonho dos tucanos paulistas de regressarem ao Planalto teria que ficar adiado por no mínimo 13 anos. Então, o que é preciso fazer para antecipar essa volta? Deixar o Lula no poder, mas acabar, detonar, jogar uma bomba sobre o PT, destruir tudo o que o partido sempre representou, dessa forma Lula não se reelege em 2006 e Serra, ou FHC, ou Alckmin assumem, para completar a obra maldita iniciada nos 8 anos de FHC: privatizar tudo que sobrou, reduzir ainda mais o tamanho do Estado, para atender plenamente ao Consenso de Washington. É, meus amigos, continuamos os patos de sempre..." O historiador me perguntou o que eu andava pensando a respeito de toda essa crise. Minha resposta foi curta: "O que estou pensando a respeito? Que confiei num governo e ele se aliou ao PL antes das eleições, abriu portas pro fisiologismo do PMDB e pra figuras como José Sarney, manteve as linhas econômicas do FHC, e foi tirando, pouco a pouco, figuras fundamentais do poder, como Cristóvam Buarque. Não avançou em muitas coisas e se aliou às figuras de sempre. Em suma: fez política. Eu confiava na idéia de que o governo Lula seria um governo técnico, preocupado com questões práticas e idéias pra fora do papel. Mas ele se manteve como todos os governos de antes: um governo meramente político, se empenhando em preservar a imagem para a reeleição. Também confiei demais num partido que se dizia mais ético e as denúncias estão tirando o PT do pedestal. Mas, ao mesmo tempo, isso tudo serviu pra amadurecer politicamente o país, pra acabar com algumas lendas. Passei a acreditar que o país sempre será assim. E divulgar toda as crises escandalosas em que se envolveu o governo FHC - que foram muito mais em quantidade e em valor desviado dos cofres públicos. Não é justo que as pessoas esqueçam um passado de 500 anos de escândalo por causa dos primeiros anos de corrupção do PT. Porque essa desmemória anula completamente a possibilidade de um grupo que sempre foi oposição mostrar algum serviço. Uma possibilidade que ainda existe, porque o governo ainda não acabou. Enfim, estou descrente e esperançosa ao mesmo tempo." Gostaria de saber o que vocês responderiam a ele. --------------------- ![]() |
Comitê Resistir Nova Democracia Carta Capital NovaE Arteepolítica CartaMaior Caros Amigos FolhaSP Jornal do Brasil Rádio Alvorada Bloglist ACrítica Balcão Comuniquese CorreioBraziliense CorreiodaParaiba DiariodoNordeste DiariodePE Estadão EstadodeMinas Fazendo Média Gazeta GazetaMercantil HojeemDia JornaldoComércio JornaldoCommercio JornalLance MFN Comunicação OCruzeiro ODia OGlobo OLiberal OPasquim OPovo OTempo RevistaEpoca RevistaImprensa RevistaIstoE RevistaVeja ZeroHora Acontece... Alice Alucinações Proféticas Canis Familiares Casamata Dissonante Cinema e etc. Crítico Sim Diario de Vida de Merda Dorothy Em Crise Ernesto Varela Esse Blogger Mesmo Felipe M Guerra Grooeland Hacker Kather Levante Suburbano Manifesto Libre!! Matéria do sonho Nada de Novo no Front No Arame Notícia na Internet OGIM4 Passeata Solitária Paz na Vida Pequeno Mas Louco Persona non Grata Politburo Psycho Path Queiroga QueroPaz Solanolândia Vinni Who Controls the Spice Zyhunter Moon
|